STEINBEIS-SIBE do Brasil | Pão e duas fatias de Planejamento Estratégico
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Pão e duas fatias de Planejamento Estratégico

Pão e duas fatias de Planejamento Estratégico

Você acorda. Olha para o relógio com um sono terrível e calcula, mal abrindo os olhos, que se apertar o botão soneca e se permitir mais dez minutos na cama, ainda sobra tempo suficiente para se arrumar, tomar café e chegar no trabalho. Talvez seja preciso sacrificar a rodada de notícias matinais – e é aí que você coloca as coisas na balança para decidir o quanto aquele cochilo vale.

Isso, pasme, é planejamento estratégico em sua essência. Algo que fazemos o tempo todo de forma intuitiva, que nos define como seres humanos. Afinal, a nossa tão falada racionalidade nada mais é que a capacidade de dividir o tempo entre passado, presente e futuro, sempre estipulando o que fazer para construir uma ponte entre o agora e o porvir. Sem nos darmos conta, respiramos planejamento.

Quer ver um exemplo?

 

Quem venceria essa luta?

 

A questão fica no ar e você, já graduado na escola da Pegadinha Inevitável em Perguntas Óbvias, presume que o vencedor seria o menino, sem ter qualquer base além da intuição por trás de seu palpite. Ou talvez você decida abraçar a obviedade sem medo, decretando que o lutador ganha e que, no fim das contas, tudo isso é uma lição sobre experiência e talvez planejamento, já que esse foi o tema de abertura do texto.

Spoiler: Não é bem por aí.

Vamos deixar a foto de lado só por um instante para falar de algo mais em voga no campo dos combates: o UFC. Acompanhando ou não, você certamente já ouviu falar de um evento dessas proporções, que agora em abril chega à sua 223ª edição. Mas entre Notorious e Ciborgues e tantos outros tão falados hoje, você tem ideia de como esse torneio começou?

UFC número 1, 12 de novembro de 1993. A configuração era um pouco diferente, reunindo os melhores representantes de cada arte marcial em um torneio. Oito campeões de estilos diferentes se enfrentando em um round único, sem separação por categorias.

O vencedor? Um brasileiro, com um sobrenome que também deve soar familiar. Royce Gracie – que entrou no torneio para mostrar que o jiu-jitsu era capaz de predominar sobre todas as outras artes marciais. Para fazer isso, ele contava com duas coisas: sua habilidade, lógico, mas acima de tudo, uma estratégia. Seu plano de luta era muito claro, resumido a derrubar e finalizar, derrubar e finalizar.

Vamos voltar à foto?

 

Quem vence é quem tem um plano de ação definido. Quem tem uma meta clara e sabe cada passo que deve ser tomado para se chegar lá. Isso é planejamento estratégico.

Já dissemos que todo mundo tem uma noção intuitiva de planejamento. Mas você há de concordar que sempre se pode fazer melhor do que simplesmente intuir; com as ferramentas certas, se faz um planejamento nível Gracie. E planejamento é a chave de todo o trabalho que fazemos na STEINBEIS-SIBE. É o que ensinamos aos nossos clientes e o que estou dividindo com você agora, com o nosso método de Planejamento Estratégico resumido em um ebook.

Ainda dá tempo de pensar a sério e viabilizar as suas metas para 2018. É tudo questão de ter um plano e colocá-lo em prática.